domingo, 31 de maio de 2026

Capítulo 10: As Testemunhas !!


para Imersão:










Capítulo 10: As Testemunhas !!

A cena corta abruptamente e voltamos um pouco no tempo. Três garotos caminhavam no entorno da floresta, perto do laboratório em Santa Rosa.
Eram Jonathan Jankolski, de 17 anos, Sérgio Mendes, com 17 anos e meio, e Marcos Jankolski, irmão de Jonathan, com 15 anos. Voltavam de um acampamento que, para Sérgio, tinha sido um fiasco total. Haviam ido ver o eclipse, mas o tempo fechou e caiu um toró.
Sérgio chutou uma pedra no caminho.
— Caramba, Marcos. Não sei como você conseguiu dormir com aquele barulho todo. E eu perdi meu melhor ângulo pra foto do eclipse por causa daquela tempestade.
Jonathan, alguns passos à frente, parou de repente e olhou para trás.
— Ei, vocês ouviram isso?
Marcos ergueu a cabeça, distraído.
— Ouvir o quê?
— Deve ser sono, Jonathan — rebateu Sérgio. — Tá ouvindo coisa.
Mas Jonathan insistiu, a voz mais baixa:
— Não. Eu juro que ouvi um barulho estranho. E... olhem lá!
Ele apontou. Uma luz intensa começava a rasgar a escuridão da floresta ao longe.
Os três se entreolharam. Sem dizer uma palavra, dispararam correndo em direção à luz.
Quanto mais se aproximavam, mais irreal a cena ficava. Uma construção enorme havia surgido do nada no meio da mata. Nenhum deles lembrava de ter visto aquilo antes. Paredes pretas, janelas escuras e dezenas de carros pretos ao redor. Parecia uma base militar secreta.
De repente, veio o barulho. Ensurdecedor, como um trovão invertido. Uma luz azul cromática explodiu da construção e pintou toda a floresta.
— Meu Deus, o que é isso?! — gritou Marcos, tapando os olhos.
Sérgio sussurrou, puxando o braço de Jonathan:
— Sei lá, mas é ruim. Muito ruim. Vamos embora!
Jonathan não se mexeu. Seus olhos estavam fixos na construção.
— Não... esperem. Tá acontecendo algo importante aqui. Olhem!
A porta principal se abriu com força. Uma mulher saiu correndo, cabelos ao vento. Era Maria. Seu rosto era puro pânico.
— Socorro! — berrou ela, olhando por cima do ombro. — Eles vão me pegar!
Os garotos congelaram. A porta bateu atrás dela com um estrondo metálico e a luz azul começou a pulsar, cada vez mais forte.
Foi então que aconteceu.
Algo sombrio se desprendeu das sombras da construção. Uma massa escura, como fumaça densa. A entidade avançou e entrou em Maria com um brilho sinistro.
Maria caiu de joelhos. Um segundo depois, levantou-se. Mas não era mais ela.
Seus olhos, antes cheios de vida, agora estavam vazios. Frios. Mortos. Ela girou nos calcanhares e começou a andar de volta para a edificação com passos lentos e mecânicos.
Ao chegar ao portão, parou. Virou a cabeça devagar e encarou os garotos. O olhar atravessava-os, como se visse algo muito além deles.
— Não... — Sérgio engasgou. — Isso não é aquela cientista que virou meme, né?
Jonathan e Marcos não conseguiram responder. O terror havia travado suas gargantas.
Maria levantou a mão lentamente e apontou para eles. Um sorriso cortou seu rosto — um sorriso que não tinha nada de humano.
Era o sinal.
Os três se entreolharam. Uma única ideia na cabeça: correr.
E correram. Desesperados, sem olhar para trás, direto para a casa de Jonathan.

Capítulo 9: Mitchel Volta pra Sua Casa Provisória.


Capítulo 9: Mitchel Volta pra Sua Casa Provisória.

Mitchel voltou para sua chácara em Caxias do Sul. Estava sozinho quando, de repente, sentiu que estava sendo vigiado.
Na sala, enquanto assistia ao jornal, levantou-se rapidamente, pegou sua pistola e foi até a cozinha, dizendo:
— Tem alguém aí...?
O clima ficou tenso. Ele se dirigiu para a frente da porta. Morava em uma espécie de chácara e, ao sair, viu as árvores se mexendo sem haver vento. Sentiu uma tontura forte e caiu...
Então vieram as visões. Mitchel começou a gritar. Seu grito foi ouvido por toda a vizinhança.

(Ele tinha as visões do Arco 1.)

Diversos flashbacks passavam rapidamente, seu corpo se contorcendo de dor... Ele viu Maria abrir o portal, uma voz sussurrando: “Chegou a hora...”
Mitchel teve várias visões. Estava passando por toda a consequência das coisas que estavam sendo escolhidas... Viu um lugar com diversas criaturas... Percebeu que existiam mais de uma dimensão, e que elas tinham criaturas inteligentes... Ouviu nomes... Kael... Viu uma mulher e a chamou... Tudo em visões rápidas e abruptas. Ele se contorcia, caído na frente de sua casa, soltando diversos gritos...
Um escuro tomou conta da visão. Ele viu um lugar de aspecto cromático em tom azul e ouviu: “Esta é a borda...” Na escuridão da borda, um ser apareceu e disse: “Anti-habitante.”
Ele viu lideranças chamando e... Acordou com o som de um telefone. Sentou-se rapidamente na cama, respirando ofegante. Percebeu que tinha sido um sonho.
Atendeu o telefone:
— Alô...
Era o General Fontoura, com tom sarcástico e cético:
— Cadê você? Hoje a maluca disse que vai abrir a porta da felicidade...
E soltou uma risada bem chiada.
Mitchel respondeu:
— Estou a caminho...

Capítulo 8: Maria Começa a ser Influenciada por Algo.


Capítulo 8: Maria Começa a ser Influenciada por Algo.

Maria ainda tentava convencer o general, mas seu tom de voz começou a mudar. Seus olhos se estreitaram e ela passou a falar com uma voz mais baixa e intensa:
— Talvez nesta outra dimensão a ciência encontre respostas para doenças mortais... talvez novas energias mais sustentáveis... — disse ela, com um tom quase hipnótico. — Mas talvez lá tenha alguma criatura faminta e você seja o lanche ideal...
Sua voz ficou mais severa e alta, deixando o general visivelmente desconfortável.
O general saiu andando, resmungando:
— Cientista bruxa maluca...
Maria voltou lentamente em direção ao laboratório central, mas sentiu um forte comichão na nuca e uma pressão repentina no peito. Deu alguns passos e, de repente, caiu. Diversos cientistas passaram correndo e gritando:
— Maria caiu! Ajudem! Ajudem!
O general olhou para trás e disse, enquanto se afastava:
— Deve ser fome, ela está delirando.
E balançou a cabeça.
Horas depois, a notícia se espalhou: haveria uma nova data para a abertura do portal, pois a cientista Maria iria ficar internada para observação.
Mitchel, ao saber da informação, comemorou baixinho:
— Ufa, folga.

Capítulo 7: O Cético


Capítulo 7: O Cético

O telefone tocou sobre a escrivaninha, quebrando o silêncio da chácara em Caxias do Sul. O homem, um general de meia-idade com olhar sério, atendeu.
— Pronto, senhor — disse ele, com voz firme.
— Gen. Mitchel, aqui é do Comando Regional — respondeu a voz do outro lado da linha. — O presidente quer você em Porto Alegre o quanto antes. Uma missão de última hora.
— Sim, senhor — respondeu o general, sem hesitar. — Estou a caminho.
Ele desligou o telefone e se levantou da cadeira, pegando o casaco e o chapéu. Seu olhar era sério, e era claro que não estava nem um pouco animado com aquela reunião.
Enquanto se dirigia para a porta, murmurou para si mesmo:
— O que será que o presidente quer agora?
Mitchel saiu da chácara e pegou a estrada rumo a Porto Alegre, sabendo que a missão provavelmente tinha relação com a abertura do portal dimensional.
Ao chegar ao laboratório principal, foi recebido por um assessor do presidente, que o levou diretamente para a sala de reuniões.
— Senhor, o general Mitchel está aqui — anunciou o assessor.
O presidente, um homem de meia-idade com expressão preocupada, acenou para que ele entrasse.
— Gen. Mitchel, obrigado por vir tão rápido — disse o presidente. — Nós temos um problema. O portal dimensional está se abrindo e não sabemos o que está acontecendo do outro lado.
O general franziu a sobrancelha, cético.
— Um portal dimensional, senhor? Isso é algum tipo de piada?
O presidente balançou a cabeça.
— Não, general. É real. E precisamos de você para nos ajudar a lidar com isso.
O general Mitchel olhou para o presidente, expressão inalterada, mas com um brilho claro de descontentamento nos olhos.
— Senhor, com todo respeito, essa cientista maluca já passou por diversos vexames e eu não sei se essa experiência dela não está novamente fadada ao erro — disse ele, voz firme. — Para mim, é um gasto desnecessário que poderia ser direcionado para investimentos bélicos.
O presidente endureceu o olhar.
— Em momento nenhum te pedi opinião, general — respondeu, voz cortante. — Cabe a você cumprir as ordens. E a mim dá-las. Entendido? Você estará de prontidão no laboratório Phantom, queira ou não. Ouviu?
O general Mitchel não piscou, expressão inalterada.
— Sim, senhor — respondeu, firme. — Permissão para me retirar?
O presidente acenou com a cabeça.
— Concedida.
Mitchel fez um gesto de respeito, virou-se e saiu da sala com passo firme e decidido.
Ao deixar o prédio, murmurou para si mesmo:
— Cientista maluca... isso vai acabar mal.
Ele se dirigiu para o laboratório Phantom, sabendo que teria que lidar com a situação, gostando ou não.
Enquanto isso, no laboratório, Maria estava diante do portal, olhos fixos na rachadura dimensional.
— Está quase pronto — disse ela, voz cheia de emoção. — Estamos quase lá...
Mas, ao olhar para o lado, viu o general Mitchel, com sua expressão cética e de desaprovação.
— Ah, general — disse ela, sorrindo. — Acho que você está aqui para garantir que tudo dê certo, não é?
O general Mitchel olhou para Maria, expressão carregada de ceticismo.
— Eu acredito que você vai conseguir sim... — respondeu, sarcástico. — Assim como o cientista louco concluiu o Frankenstein.
E soltou uma risada alta, que deixou Maria visivelmente desconfortável.
— Muito engraçado... — rebateu ela, voz firme. — Desta vez é diferente. Nós temos condições e eu vou provar que sou capaz

Capítulo 6: O Retorno


Capítulo 6: O Retorno

Ela sentiu uma presença estranha, como se estivesse sendo vigiada, e então adormeceu. Quando acordou novamente, seu ajudante mais capaz estava ao seu lado, dizendo:
— Maria, Maria, acorde! Você tem que ver isso...
Maria abriu os olhos e viu uma luz com cores cintilantes em roxo e vermelho, alguns relâmpagos vermelhos saindo de uma rachadura dimensional. Dava para perceber pela brecha que eles conseguiam fazer uma abertura total.
— Passaram-se cinco dias e aqui estamos — continuou o ajudante. — A mídia mundial está toda em peso no Rio Grande do Sul. Tanto o presidente americano quanto o presidente brasileiro estão acompanhando o evento. O laboratório prometia provar a teoria das cordas através de um túnel dimensional, um buraco de minhoca, conforme diz a ciência...
Maria se sentou na cama, ainda sentindo dor na cabeça, mas agora mais alerta.
— O que... o que é isso? — perguntou, apontando para a rachadura dimensional.
— É o portal, Maria — respondeu o ajudante. — Ele está se abrindo novamente. E desta vez, parece que não há como pará-lo.
Líderes e a mídia estavam reunidos em frente ao laboratório principal em Porto Alegre, esperando ansiosamente pelo próximo passo, enquanto o experimento secreto nas terras da família em Santa Maria seguia seu curso.
— O que você vai fazer, Maria? — perguntou o ajudante.
Maria respirou fundo, sabendo que a decisão era dela.
— Vamos em frente — disse ela, com determinação renovada. — Vamos abrir o portal e ver o que há do outro lado.
Mas, enquanto falava, o sussurro voltou a ecoar em sua mente:
— Você é a escolhida... Abra o portal...

sábado, 30 de maio de 2026

Capítulo 5: O Despertar


Capítulo 5: O Despertar

Quando Maria abriu os olhos novamente, estava em uma cama de hospital. Uma médica sorria ao seu lado.
— Você está bem, Maria. Sofreu um acidente, mas está se recuperando.
Maria tentou se lembrar do que havia acontecido. A máquina, a explosão... o portal.
— O portal! — gritou, tentando se sentar.
A médica a segurou com cuidado.
— Calma, Maria. O portal foi destruído. A explosão foi contida. Você está segura.
Mas Maria sabia que não estava. Havia algo mais. Algo que a chamava de volta ao laboratório.
— O que aconteceu com a equipe? — perguntou.
A médica hesitou.
— Alguns deles... não sobreviveram.
Maria fechou os olhos, sentindo um peso enorme na consciência. Ela havia feito aquilo. Havia aberto o portal.
E então, o sussurro voltou:
— Você é a escolhida... Abra o portal...

Capítulo 4: O Caos


Capítulo 4: O Caos

A explosão foi ensurdecedora. A onda de choque lançou Maria contra a parede. Ela sentiu um golpe forte na cabeça e tudo escureceu.
Quando abriu os olhos novamente, estava deitada no chão, cercada por escombros e equipamentos destruídos. A equipe corria de um lado para o outro, gritando e tentando entender o que havia acontecido.
— Maria! Maria, você está bem? — gritou um dos cientistas, correndo até ela.
Ela tentou responder, mas a dor e a confusão a impediram. Fechou os olhos mais uma vez, tentando se recuperar.

Capítulo 3: O Momento da Verdade

Capítulo 3: O Momento da Verdade

Mas Maria não desistiu. Ela montou uma Phantom dimensional portátil em um laboratório pequeno, nas terras de sua família, no Rio Grande do Sul, com o aval secreto do presidente.
Com uma equipe de cem cientistas, ela estava diante do console, prestes a iniciar a fenda dimensional.
— É a hora — disse ela.
Apertou o botão. A máquina começou a fazer barulhos intensos.
— Aumentar energia negra... Aumentar a velocidade e adicionar antimatéria... Liberar matéria exótica...
De repente, um corre-corre se instalou. Todos gritaram:
— Emergência! A máquina perdeu o controle!
Uma explosão aconteceu, lançando Maria a cerca de quatro metros da máquina. Ela começou a perder a consciência.

Capítulo 2: A Cientista


Capítulo 2: A Cientista

Maria era uma cientista renomada, com diversos feitos marcantes. Especialista em física quântica e ciências dimensionais, ela se tornara expert em matéria exótica, energia negativa e antimatéria após as descobertas do laboratório Phantom. Sua ambição era provar que a teoria das cordas era real — que existiam mais dimensões dentro, fora e através do espaço-tempo.
Ela havia sido escalada pelo governo brasileiro para uma missão conjunta, a princípio com os EUA. Porém, a experiência fracassou porque os cientistas americanos sabotaram seu trabalho, e ela passou por um vexame mundial.

Arco 2 - O Despertar do Vazio — Capítulo 1: A Hora da Verdade (O anti-habitante)




Capítulo 1: A Hora da Verdade

Uma hora antes de a doutora Maria iniciar o processo de abertura da fenda dimensional, ela estava na base, preparando-se para um momento que mudaria sua vida para sempre. Tomada por uma mistura de inquietação e ambição, ela se perguntava se, depois de iniciar o processo com a máquina Phantom dimensional, tudo poderia ser um sucesso. Sua carreira seria transformada. Ela seria uma heroína e faria parte da história.
No entanto, em meio a esses pensamentos, Maria começou a tremer. O medo de que algo ruim pudesse acontecer a dominou.
— E se tudo der errado? — murmurou para si mesma. — E se eu estiver mudando a trajetória da humanidade?
Um momento de silêncio se seguiu. Então, dentro de sua mente, um sussurro ecoou:
— Você é a escolhida. Abra o portal.

É Hoje, vamos iniciar está Websérie na nova casa Blogger.


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Protocolo Vértice - Conspiração Extradimensional.

Arco 2 - Volume 1..


Iniciamos hoje com a postagem de Capítulos.

As 22h seram lançados 10 capítulos ..

Que venham os Seguidores, muito Obrigado!!


 MrSandmanBr.1995 Agradecimentos...

Seremos Grandes !!

Capa ilustrada do Arco 1

 


Vamos lá que comece o Arco 2...



quinta-feira, 28 de maio de 2026

Inicio de tudo: Bem vindo ao universo de Protocolo Vértice.


 Protocolo vértice
Conspiração Extradimencional.

- Arco 1 - 
O Prologo: A Dimensão Oculta

 


Apresentação: A Dimensão Oculta

O escuro era absoluto. Uma voz pausada ecoava no silêncio, ordenando fórmulas quânticas para A Maquina Phantom.

— Adicione energia à máquina... Adicione matéria exótica... Aumente a energia...
Era Maria quem comandava. O som de sirenes cortava o ar, anunciando algo monumental.
Maria encarou uma descoberta terrível e sussurrou:
— É real... A fenda dimensional...
E assim, tudo começou...


Capítulo 1: O Encontro com o Desconhecido

Mitchel Ferrer, um Homem de 35 anos, acabara de receber uma promoção no Exército Brasileiro, ele havia sido condecorado General de uma estrela.

 A notícia mal havia caído quando recebeu um chamado do presidente em pessoa.
— Mitchel, preciso que você acompanhe uma operação de verificação com a Dra. Maria. Ela está trabalhando em um projeto ultra-secreto e preciso de alguém de confiança.
Mitchel não sabia o que esperar, mas sabia que não podia recusar. Foi levado a um local secreto, onde encontrou Maria Eduarda - Cientista Quântica lider da experiência, cercada de equipamentos estranhos.
— Ela está trabalhando na fenda dimensional — disse um dos técnicos, nervoso.
Maria se virou para Mitchel.
— Você chegou justo a tempo. Acho que estamos prestes a descobrir o que há do outro lado...
De repente, as luzes piscaram e o Phantom começou a apitar freneticamente...


Capítulo 2: Visões do Abismo

Mitchel estava paralisado, tomado por flashbacks que não eram seus. Viu a nova dimensão, sentiu o vazio e o terror que habitava além da borda. Ouviu nomes sussurrados, vozes que o chamavam.
E então, viu criaturas. Lideranças sombrias, seres que o observavam com olhos vazios.
 — elas chamavam seu nome.
A visão o arremessou para uma colisão brutal com um ser desconhecido. Tudo ficou escuro. 
Ele começou a ver um lugar em meio a escuridão e lá era uma colina uma colina de sua infância..
Ele subia e lá quando ele chegava no topo tudo ficou em colapso e ele ouviu.
— Você é o escolhido... — sussurrou uma voz sombria.
Mitchel abriu os olhos, desorientado. Viu Maria no centro de um redemoinho, gritando por socorro.
Voltou à realidade. Cientistas corriam em pânico. Maria foi jogada da cadeira central do Phantom. Algo estava saindo da fenda...
— É o vazio! — gritou alguém.
Mitchel tentou se levantar, mas estava fraco. O que era aquilo? O que havia sido liberado?


Capítulo 3: O Chamado do Além

Mitchel começou a ter visões. Viu dimensões diferentes, coisas grandiosas. Ouviu palavras que o tiravam da realidade.
Acordou abruptamente no seu quarto, gritando:
— Não!
Tudo havia sido um sonho... certo? Olhou o relógio: 6h da manhã.
O telefone tocou. Era Maria.
— Mitchel, se apresente na central do laboratório Phantom agora. O primeiro teste foi concluído. Temos potencial para abrir a fenda. Venha.
Mitchel sentiu calafrios e dores na cabeça. Caiu no chão, confuso.
Mas algo o puxou para outra dimensão. Viu anjos, seres de luz... Uma palavra ecoou: “Vazio”.
Levantou-se, correu para o Jeep. Encontrou Maria, ansiosa, com um olhar vazio.
— Está na hora — disse ela.

Final do Arco 1 - O prólogo de apresentação

Para minha primeira publicação, quero agradecer a todos que forem fazer parte deste universo ficcional, garanto que não faltará imersões e muita entrega do MrSandmanBr.1995.

Considerações biográficas.

 Biografia — Mr.SandmanBr.1995
Sobre o pseudônimo


Mr. SandmanBr.1995

Esta é a marca real de um escritor que para existir em um mundo praticamente bipolarizado, precisava de um pseudônimo, que estivesse a altura do universo que trás com o contexto das suas artes.
A ideia do Mr.Sandman, clássica mais pontual, no contexto de uma lenda do homem do sonhos coube perfeitamente com o ideal de elevar o imaginário dos leitores a um nível imersivo acima da expectativa dinâmica comum.

B Bem como já se vê, é o selo de nacionalidade que com toda certeza, quero deixar claro logo de cara que é arte brasileira em ação..

.1995 Já aqui, fica bem mais claro que quero também transmitir um pouco da realidade. Deixando registrado o ano de nascimento, dando aquele tom de nostalgia.

---

O criador.

Um escritor solo. Sem equipe. Sem editora. Sem padrinho.

Aprendeu na prática que narrativa se constrói com três coisas: tempo, obsessão e a recusa em aceitar que o Brasil não produz ficção especulativa de peso.

Não começou como escritor. Começou como leitor.
como um fã da arte de falar as "verdades com contornos de irrealidade" um conto de "Parábolas."

Hoje escreve, revisa e publica sem contar que divulga.
Faz as artes. Escolhe as músicas. Cria os vídeos. 
Responde os comentários.
Tudo sozinho.

A solitude do escritor.

Nela esta contida a magia descoberta. 
quando escrevo sendo da forma tradicional ou com auxilio de Inteligencias Artificiais, estou sempre buscando descarregar as energias artísticas e canalizando no foco de cumprir minha meta de construir ficção cientifica ou conspiratória ou religiosa qual seja a ficção.
Quero entregar algo da mais alta qualidade com narrativa contexto pontos quase que cinematográficos.

Mas tenho provado o amagro gosto do desinteresse pela dadiva de podermos ler.

Onde estão os leitores?

se esconderam da discrepância de um pais que no auge de sua cultura tem uma mulher semi nua balançando suas ancas?
Esta critica sincera não é uma sentença mais sim uma critica expositiva da realidade atual em 2026.
porem eu ainda acredito que exista pessoas com bom gosto e senso critico.

Por que isso importa?

"Porque arte não precisa de licença para existir.
Porque um escritor solo, com as ferramentas certas e uma visão clara, pode construir algo que rivaliza com produções de estúdio.
Porque o Brasil também faz ficção especulativa de peso.
E porque Mr.SandmanBr1995, não está esperando permissão."
 
A Websérie:  Protocolo Vértice - Conspiração Extradimencional.


Uma série sobre o peso das escolhas.

Brasil, 2025. O sul do país é palco de uma descoberta que o governo insiste em chamar de "inovação". Uma cientista quântica desaparece. Um general abandona a carreira. Três garotos testemunham o impossível.

E ninguém sabe explicar direito o que está acontecendo.

Protocolo Vértice não nasceu de uma fórmula. Nasceu da vontade de fazer ficção científica com alma brasileira — sem imitar ninguém, sem pedir licença, sem se desculpar por ser densa e estranha.

A série começa devagar. Depois acelera. Depois desaba.

Não há heróis clássicos aqui. Há pessoas que erraram, que perderam, que continuam de pé por pura teimosia.

Há uma fenda.
E há o que vem dela.

Protocolo Vértice é para quem acredita que o Brasil também pode fazer ficção especulativa de peso. 
Não porque precisa provar algo.
Porque já está aprovado.

A serie tem publicação semanal. Arte por capítulo e Música.
tudo com a intenção de tornar a experiencia do leitor satisfatória imersiva ao extremo e nostálgica.

Leia como quiser. No ritmo que quiser. Mas uma vez dentro, talvez você não queira mais sair.

Por: MrSandmanBr.1995



Numero pra contato: 11 92683-7940

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Pausa por tempo indeterminado...

Pessoal que talvez tenha lido algo naknsei se realmente isso está acontecendo...  Mais queria expressar que estou passando por uma situação ...