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domingo, 16 de agosto de 2026

Capítulo 16: O eco que não Dorme.




 Capítulo 16: O Eco que não dorme.


23:47. Bunker....


O ar estava pesado por conta dos ocorridos.


As luzes vermelhas de emergência estavam apagadas; só restava a lâmpada amarela da cozinha, fraca, jogando sombras longas nas paredes de concreto.


Pela primeira vez em quase vinte e quatro horas, ninguém corria. Ninguém gritava. 


Ninguém apontava uma arma.


Beatriz trocava o curativo no pescoço de Artur com mãos firmes, mas com a delicadeza de quem fez isso por muitos anos e entende bem o protocolo de atendimento de primeiros socorros.


O velho respirava devagar, olhos entreabertos, ainda zonzo efeitocolateral do uso de adrenalina e perda de sangue. 


Mike estava encostado na parede do laboratório, calibre doze apoiada no ombro como se fosse uma muleta. 


Maria ao lado dele, ombro tocando o dele — um toque pequeno, quase tímido, mas que dizia tudo o que não precisava ser dito.


Apolo e Sérgio sentados no chão, costas na bancada, olhando o nada. 


Marcos dormia encostado em Jonathan, exausto.

Jonathan por sua vez estava a olhar na direção da maca.


Depois de tudo ele voltou ao Buzzer 0.0. 

Dedos sujos de terra giravam o dial devagar, teimoso, como se a frequência fosse corresponder sua vontade..


— Base Arara… aqui é Jankolski. 

Código familiar 7-7-1. Câmbio.


Chiado.


Ele repetiu. 

Voz rouca, mas ainda sim resiliente.


De repente, o chiado mudou. 

Virou um estalo limpo. 


E então uma voz, cansada, mas viva.


— Marcos? Filho… é você?


Marcos quase caiu da cadeira onde estava sentado, e com um pul repentino que despertou Marcos ele disse:


— Pai!


No bunker inteiro o ar mudou todos se aproximaram, mas em silêncio, como se tivessem medo de quebrar o milagre.


A voz do pai saiu entrecortada, cheia de estática, mas clara o suficiente:


— Conseguimos, filho. 


Estamos a caminho de chegar a Amazônia. 

O General Alcides está nos levando em um avião particular.

 

Chegamos em duas horas.

O jipe do Alcides está na pista de pouso estamos a salvo.


 Então uma voz rouca diz no fundo parem de falar já é suficiente.. A frequência pode estar grampeada.

Disse ele sem saber que estavam a usar uma frequência alternada por Jankolski 


Marcos sorriu, aliviado, lágrimas escorrendo sem vergonha.


— Pai, não se preocupe,  avise ao General que essa frequência é muito segura. 

Foi o vovô Arthur quem fez.


Do outro lado, um segundo de silêncio. Depois a voz do pai, mais baixa, quase reverente:


— Seu vô… meu sogro. Arthur Jankowski.


Se ouve ao fundo uma voz rouca esbravejar 

Jankolski....


Está mula empacada não sabe a hora de morrer e riu de forma inexplicável..


Beatriz parou de mexer no curativo,.

Arthur, deitado na maca, abriu os olhos e moveu seu braço devagar.


Então o pai de Jonathan indagou:

— Eu queria saber… o que aconteceu com ele, literalmente. Como ele está. 


Sua mãe tá muito triste aqui, filho. Ela não para de chorar desde que a gente saiu.


Marcos olhou na direção de eu avó e disse:


— Ele tá bem, pai ele está aqui com a gente. 

Ferido, mas vivo. 


A gente trouxe ele do subsolo da chácara. 

Ele tá… protegido.


Do rádio veio um soluço abafado. 

O pai embargou, voz tremendo:


— Filho… eu tenho muito orgulho de vocês. 

De verdade e sei que de alguma forma o universo conspira a favor de vocês.


Marcos fechou os olhos e uma lágrima quente escorreu pelo rosto.


— Pai… Deus está ao nosso lado.


A transmissão chiou mais uma vez. 

Depois a voz do pai, quase sussurrando:


— Fiquem vivos a gente se vê em breve.


O rádio voltou ao chiado normal.


Jonathan girando o dial desligou devagar. 


Sentou no chão, mãos ainda tremendo Marcos o abraçou forte. Sérgio deu um tapa leve no ombro dele.


— O mais próximo de um “parabéns” que ele conseguia dar. Maria sorriu pela primeira vez em horas.


Um sorriso pequeno, exausto, mas verdadeiro.


Então Apolo disse eu espero que por hoje tenha acabado..


Beatriz terminou o curativo e limpou as mãos.


— Ele vai dormir agora a pressão está estabilizando. 

Pela manhã a gente vê se consegue mais soro.


Apolo se levantou, pernas bambas.


— Vou fazer um chimarrão ou um café de verdade não aquela merda solúvel.


Sérgio riu baixo.


— Eu ajudo e se sobrar pão… 

Nós comeremos como gente.


Por quase uma hora o bunker viveu uma paz frágil, ela quase soava falsa.


Eles comeram — pão dormido, queijo, latas de sardinha aquecidas no fogareiro. 

Sérgio contou, pela primeira vez sem ódio na voz, como o domo tinha se adaptado ao carro. 


Apolo falou do tio Alcides com um respeito novo. 

Maria e Mike trocaram olhares que ninguém comentou. 

Até Artur, acordado de novo, tomou um gole de água e murmurou:


— Vocês fizeram mais em dois dias do que eu em vinte anos.


Beatriz riu.


— O senhor ainda vai nos ensinar muita coisa, Seu Arthur.

O velho sorriu de canto — um sorriso torto, dolorido.


A noite foi passando. O relógio marcou 02:14.

A falsa paz parecia querer ficar.


Até que o Buzzer chiou sozinho.

Marcos, que ainda estava perto do aparelho, franziu a testa.


— Que isso?


Artur, deitado, ficou rígido de repente. Os olhos — antes cansados — ficaram alertas, quase assustados. Ele tentou sentar. Beatriz o segurou.


Mike já estava de pé.


— Apolo Câmeras; Agora.


Apolo correu para o painel e as telas piscaram e acenderam e então:


Clareira vazia, floresta quieta nada se mexendo.

Mas o chiado continuou.


Artur falou, voz rouca, quase um sussurro:

— Desliga o 963 por dois segundos.


Maria olhou para ele.

— Senhor Arthur…


— Só dois segundos ele disse baixo..


Mike fez sinal, Apolo obedeceu.


O silêncio foi absoluto.


Então, dentro daquele breve vazio, o outro som veio claro: um bip-bip-bip ritmado, grave, quase subaudível.


Artur fechou os olhos o rosto dele envelheceu dez anos em dois segundos.


— Buzzer 0.0 — murmurou. — Eu vendi isso pros russos em 1987. Nunca pensei que ia ouvir de novo.


Todos pararam.


O velho continuou, voz baixa, mas cada palavra pesada como chumbo:


— Eles nunca esquecem uma frequência, garotos. 


E se essa coisa tá usando a que eu criei… 

significa que o Projeto Erebus não morreu. 


Alguém ainda tá escutando 

Alguém que não é daqui.


Ele olhou para Marcos. Depois para todos.


— A noite acabou. 

Mas o que vem aí… não é só mais uma Sentinela.


Mike ligou o 963 de novo. 

O som familiar voltou, cobrindo o bip distante.


Mas agora ninguém conseguia ignorar o que estava por baixo.


Beatriz apagou a luz da cozinha 

Só ficou o brilho vermelho do painel de energia.


— Amanhecer em três horas — disse ela, voz calma. — Vamos tentar dormir.


Eles se deitaram onde puderam com cobertores no chão. Cabeças no colo uns dos outros.


A falsa paz tinha voltado.


Mas agora ela tinha um eco.


Um bip grave, quase inaudível, que pulsava por baixo do 963 Hz como um segundo coração.


Lá fora, o céu começava a clarear — um amanhecer cinzento, sem cor.


Dentro do bunker, ninguém dormiu de verdade.

Apenas descansaram um pouco.

sábado, 15 de agosto de 2026

Capítulo 15: O pulso metafísico




Capítulo 15: O pulso metafísico.


No relógio bate às 21:19. 

 Energia: 57%


O alarme de proximidade pisca vermelho no painel do Apolo. Dois pontos, Parados a uns 12 metros da entrada secreta 


Apolo, diz: “Dois contatos de classe desconhecida parecem ser Estacionários. 


Sérgio diz: Parecem... farejar.”


Mike já tá no laboratório, encostado no batente, com a calibre doze na mão e o olho no monitor de energia. 


“Beatriz, status do Artur?”


Beatriz, sem tirar o olho do monitor cardíaco, pressionando a gaze no pescoço do Artur: “Complicado a pulsação dele ainda está fraca.


Ele perdeu sangue demais na estrada e no subsolo. 

E aqui a gente não tem estoque, nada pra emergência.” 

Ela engole seco. “Se ele entrar em choque, eu só tenho soro, adrenalina e as minhas mãos. 


E se eu desligar o 963Hz pra economizar energia, não sei o que acontece com ele. A frequência tá estabilizando alguma coisa nele.”


Mike: “Então o 963 fica ligado. Apolo, ativa as câmeras em pulso. 10 segundos ligada, 50 desligada. Economiza.”


Apolo: “Ativando pulso.” As telas piscam. Imagem da clareira. Os dois vultos cor de pixe estão agachados.

Um deles encosta como se fosse a mão na parede da entrada do barraco próximo da entrada secreta. 

Como se sentisse a vibração do 963Hz.


Maria, do lado de Apolo analisando os dados: “Eles sabem que a gente tá aqui.”


Jonathan, olhando fixo pro monitor, murmura: “Não... eles não conseguem entrar. 

Parece que a pedra tá vibrando com o 963. 

Essa frequência... ela tá reafirmando as leis daqui, da Dimensão 3.” 


Ele vira pra Marcos e lembra que o laboratório que ficava na casa de pólvora era um ótimo lugar para prender os seres e haveria a possibilidade de destruir eles lá mais sem as coordenadas do seu avô tudo fica mais difícil então ele segue tenso e em silêncio. 


Então ele murmura: Enquanto o 963 bater, eles ficam presos do lado de fora. Não conseguem manter forma humanoide direito.”


Mike estreita o olho: “Como cê sabe?”


Jonathan aponta pra câmera: 

“Olha o contorno deles Tá falhando Piscando 

Larkin Andersen e Eliot Gilliard eu suponho; Eles devem ter assumido sua forma instável.


Após dizer isso ele se vira  em direção ao Buzzer.

Preocupado ele tenta contado.


Ao girar o dial do Buzzer com força ele escuta um chiado forte que corta a sala. 


Marcos ao ouvir vai até lá e se poe atrás de Jonathan, com a mão no ombro do irmão.


Jonathan, voz trêmula: “Base Arara, aqui é Jankolski. Código familiar 7-7-1. Pai, mãe, alguém me responde. Câmbio.”


(Apenas chiado e mais Nada.)


Marcos: “Tenta de novo. Por favor.”


Jonathan respira fundo, troca a frequência.

"Residência Alcides, código 7-7-1,  prioridade alfa. 

Aqui é Jonathan Jankolski. 

Sérgio e Apolo estão comigo seguros. General Alcides, GENERAL... na escuta? Câmbio.”


Somente Chiado. 


Até que um ouviu um estalo, uma voz robótica, quebrada: “...Janko... posição... hostil... não... repito...” então o som silencia..


Jonathan soca a mesa. “MERDA não tá funcionando direito...”


Marcos segura o irmão antes dele quebrar o Buzzer. “Jonathan. Olha pra mim.”


Jonathan se vira chorando de raiva e medo misturados.

“E se eles tiverem mortos, Marcos? 


E se o vô for o único que sobrou?”

Isso se a Bia conseguir ajudar ele..


Diz esfregando o rosto e apertando suas mãos nos olhos...


Marcos cola a testa na dele. 

“Então a gente honra eles ajudando nossa equipe. 

A gente não desiste no Buzzer, vamos continuar tentando.

Tenta de 10 em 10 minutos, Igual o vô ensinou lembra?

"Persistência.”


Jonathan assente, engolindo seco, “Desculpa. Eu... eu não quero perder ele também.”  

Marcos: “Nem eu.

Então ajuda a Beatriz, Vê se ela precisa de mais gaze, soro, qualquer coisa. Eu fico no Buzzer.”

Marcos assistiu e foi.


Beatriz tá com as luvas ensanguentadas, fazendo pressão direta no ferimento do pescoço do Artur enquanto Maria tá no terminal, monitorando os sinais vitais.


Mike sai do batente Atravessa o laboratório devagar. 

Para atrás da Maria e diz em tom baixo, rouco: “Maria.”


Ela leva um susto, Vira na cadeira. “Mike. Que foi?”


Ele se abaixa e fica na altura dos olhos dela.


Mike: “Cê lembra de quando tudo isso começou?”

Maria franze a testa. “Quando o quê começou?”


Mike: "Toda está maluquice, eu não tenho noção do porquê eu te salvei naquele dia. 

Eu realmente achava você uma cientista bruxa maluca sempre com cabelo preso de qualquer jeito, jaleco manchado, falando sozinha com uma prancheta de documentos e livros.

E quando tudo aconteceu eu só queria te tirar daquele lugar e te colocar em um lugar mais seguro. 

Realmente não pensei duas vezes.”


Maria para de digitar e de olhar para o monitor. 

E olha para ele de verdade, olho no olho, Respira fundo e diz, de um jeito que ele não espera: “Mike. Hoje o motivo de eu me manter bem, é por que fez isso então eu entendo que tenha me salvado mais isso olhando a grosso modo foi até ruim porque pra mim tudo isso é minha culpa. Se eles tivessem me matad—”


Antes dela terminar, ele coloca o dedo indicador na boca dela. Suave, mas firme. Balança a cabeça devagar, olho cravado no dela.


Mike: “Isso não é sua culpa e nem pense nisto.

Se você tivesse morrido eu não teria você e logo nada faria sentido.


O silêncio dura um segundo quando ele tira o dedo, ela segura o ar e solta: “Eu te amo.”


Ele não responde com palavra puxa ela pela nuca e a beija.

É curto, mas é tudo.

Quando separam, a testa dele tá colada na dela.


Mike: “Eu também te amo e se a gente sair dessa vivo, eu não te largo mais.”


Maria assente, sem voz. 

Volta pro terminal, com a boca tremendo e o coração batendo mais rápido que o monitor do Artur.


Ele levanta, ajusta a calibre doze no peito e volta pro modo General.


» » » ∆ « « «


Nas câmeras, os dois seres agora estão de pé e um deles ergue como fosse o braço apontando para o barracão Bate na pedra da entrada secreta.


Mike: “Apolo, desliga o pulso. Câmeras off. Agora.”


Apolo: “Desligando.”


Tela preta. Silêncio, Só o Tum. Tum. Tum. Vindo de fora.


Eles devem estar tentando entrar mais alguma coisa não está deixando, está coisa de frequência é absurda como ela exerce tamanha defesa quando se trata destes seres.


Artur, na maca, se mexe. Murmura sem abrir os olhos e ...


E o monitor cardíaco apita em Linha reta.


Beatriz grita: “PARADA CARDÍACA!”


Mike ruge pros meninos: “PRO LABORATÓRIO! AGORA!”


Jonathan, Sérgio e Marcos disparam correndo, com medo estampado na cara.


Beatriz já tá com a seringa de adrenalina na mão: “Maria, segura aqui!” Injeta no peito do Artur, “Um, dois, três...” Começa a massagem cardíaca.


Mike olha pra porta. 

Depois pro monitor com a linha reta e pra Beatriz com as mãos no peito do Senhor Artur, bombeando a vida de volta.


Tum. Tum. Tum. Da porta.


Apolo corre, pega a mochila de Sérgio e liga o protótipo do Domo na frente da porta e o domo se arma na proporção de dois metros de altura por dois de largura. 


Um campo translúcido de energia magnética negativa. 

Como o domo tinha proporção de dois por dois e o corredor tinha a proporção de dois por um e meio, o domo se transformou em uma barreira, se adaptando ao formato do corredor selando a entrada.


Ele volta correndo, pega o protótipo que ele fez, coloca o holofote de UVC de dois mil watts virado para a direção do domo e liga. 


Do holofote a luz transpassa o domo e o ruído da frequência 963Hz que vem das caixinhas que foram acopladas a este holofote ecoam de forma mais intensa dentro do domo. 


Dentro do bunker. O som fica encorpado, denso, como se a própria lei da Dimensão 3 estivesse gritando.


Ele trava os dois ali e volta correndo.


Agora estão todos ali. Mike, Apolo, Maria de pé ao lado da maca, e Beatriz em cima do Artur, contando: “Vinte e oito, vinte e nove, trinta...” Torcendo pra tudo dar certo.


Jonathan e Sérgio entram no laboratório ofegantes. E param.


Marcos tá ajoelhado no chão, perto de uma cadeira. 

Cabeça baixa, mãos juntas, olhos fechados. 

Iniciando uma oração.


Sérgio congela e não sabia como faze,ele nunca o fez. 

Mas alguma coisa dentro dele quebrou vendo o irmão de Jonathan suplicando.


 Ele se ajoelha ao lado, desajeitado. 

Junta as mãos, imitando.

Sérgio, sussurra com a voz falhando: “Deus nos ajude, Deus nos ajude. 

Por favor.”


Jonathan fica em pé, olhando os dois Engole seco.

 Não se ajoelha, mas fecha os olhos com força e diz, engasgando e com a voz embargada: “Senhor... Por favor salve nossas vidas e a dos nossos!

Eu sei que eu não sei orar como se deve.”

Mais ajude-nos..


A cena fica mais distante.

Um som extremamente agudo que estava vindo de fora do bunker. 


Dava pra se ouvir claramente mesmo com o zumbido da 963Hz. Um agudo estridente como metal rasgando metal.

Era o som de algo sendo desfeito.


Apolo dispara para o painel ao ouvir o som. 

Liga as câmeras.


O que ele vê não faz sentido. As duas criaturas não estavam mais ali.

 

Apolo, vendo na câmera de segurança da frente do bunker, se assusta. 


A imagem começa a piscar. 


E tudo fica normal automaticamente..


No laboratório, Marcos e Sérgio ainda estão de joelhos.


Na maca, o corpo do Senhor Artur se arqueia. Beatriz é jogada pra trás com o tranco.


Ele puxa o ar. 

Um ronco fundo, gutural, como se tivesse voltando de um lugar muito, muito fundo.


O monitor: bip... bip... bip...


Lento fraco, mas vivo.

Artur abre os olhos cinzentos e ainda confusos..


Ele olha pro teto do bunker logo a após se deitar imóvel.

Depois com um olhar fraco visualiza Beatriz que estava ao seu lado e depois pra Mike.


E sussurra, com a voz de quem viu o inferno:


“Eles... fugiram.”

Pausa por tempo indeterminado...

Pessoal que talvez tenha lido algo naknsei se realmente isso está acontecendo...  Mais queria expressar que estou passando por uma situação ...