sábado, 6 de junho de 2026

Capítulo 11: A Busca por Respostas.

                       

Capítulo 11: A Busca por Respostas.

Os garotos chegaram à casa de Jonathan ofegantes e assustados. Trancaram a porta da sala e tentaram processar tudo o que tinham visto.
— O que foi aquilo? — perguntou Marcos, ainda tentando entender.
— Não sei — respondeu Sérgio —, mas acho que era aquela cientista que virou meme. A que vivia falando de coisas estranhas.
Jonathan, já sentado no sofá, pegou o celular.
— Vamos pesquisar sobre ela. Deve ter alguma coisa na internet.
Eles começaram a procurar. Logo encontraram informações: Maria era uma pesquisadora renomada, que havia trabalhado em vários projetos importantes. Mas também acharam as críticas pesadas e matérias chamando-a de “cientista louca” por causa de suas teorias.
— Olha isso — disse Sérgio, apontando para a tela. — Ela tem um experimento para apresentar em Brasília. Acho que é importante.
Jonathan franziu a testa.
— Mas o que isso tem a ver com o que aconteceu? E o que foi aquilo que entrou nela?
Marcos, um pouco mais calmo agora, falou:
— A gente precisa descobrir mais. E rápido, antes que aconteça outra coisa.
Eles decidiram: no dia seguinte, quando a rua estivesse mais movimentada, voltariam para observar. Iriam de bicicleta, mas não chegariam perto. O laboratório ficava num vale em Santa Rosa, então ficariam numa colina, de longe, só observando.
Na manhã seguinte, se comunicaram pelo celular.
— Tô pronto — disse Jonathan.
— Pronto também — respondeu Sérgio.
— Eu também — falou Marcos, com a voz ainda um pouco trêmula.
Saíram da vila e pedalaram até a colina. De lá, tinham uma boa visão do laboratório inteiro.
Ao chegarem, a primeira coisa que notaram foi que o laboratório estava trancado com correntes pesadas. Nenhum carro preto. Nenhum sinal da luz azul. Jonathan reparou que os vidros haviam sido pintados de preto por dentro. Só daria para confirmar à noite se alguma luz vazasse.
Mas o que mais incomodou não foi o que viram. Foi o que não ouviram.
Silêncio absoluto. Nenhum pássaro. Nenhum inseto. Nenhum barulho de animal. O mato ao redor do laboratório parecia morto.
Jonathan, o mais sensível dos três, foi o primeiro a sentir. Um cheiro forte, químico e enjoativo, subiu no ar.
— Ugh, que cheiro é esse? — Marcos tapou o nariz. — Parece animal morto.
Sérgio também sentiu a mesma ânsia. Mas não tirou os olhos do laboratório.
— A gente vai sair daqui — disse ele, voz baixa e decidida. — Vamos nos preparar. E vamos descobrir um jeito de entrar.

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Pausa por tempo indeterminado...

Pessoal que talvez tenha lido algo naknsei se realmente isso está acontecendo...  Mais queria expressar que estou passando por uma situação ...